Eleições: O recado do mercado e o que tem a ver com Navegantes.

O primeiro turno levou Flávio Bolsonaro e Lula para a disputa de 25 de outubro, e o mercado reagiu forte na segunda-feira. A bolsa subiu 7,7% e bateu recorde, o dólar caiu 4%, para R$ 5,00, e os juros futuros recuaram. Mais do que torcer, cabe entender o que isso significa para nós.

Para o imóvel, o dado mais importante é o juro. Quando a expectativa de juros cai, o crédito tende a ficar mais barato e a renda fixa perde espaço para os ativos reais (imóveis por exemplo). A taxa do banco ainda não mudou, mas o clima mudou. E, no nosso mercado, o clima antecede o preço.

Navegantes tem uma particularidade: porto, aeroporto e logística fazem parte da economia girar em dólar. Para a cidade, o que mais pesa é um câmbio estável, e não um câmbio barato.

Enquanto o país vive a incerteza da eleição, Navegantes vive o contrário. É uma cidade em plena expansão, com estabilidade política e harmonia aparente entre o Executivo e a Câmara. Para o investidor, essa previsibilidade vale tanto quanto a localização.

Enquanto muita gente espera a eleição terminar para decidir, as construtoras seguem a todo vapor atraindo investidores num momento turbulento, oferecem condições que costumam desaparecer quando o cenário se acalma: entradas menores, parcelamento direto e tabelas de lançamento. Quem compra enquanto os outros esperam, negocia melhor e entra antes da valorização pois com a baixa do juros aumentará a demanda isso faz os preços dos imóveis subiram em médio prazo.

O mercado ainda vai oscilar até o segundo turno. Mas os fundamentos de Navegantes não dependem da urna. Para quem busca facilidade na compra e bom potencial de retorno, o momento é agora.


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