Reencontro foi possível graças a microchip implantado pelo Daba e à atuação conjunta com a Prefeitura de Balneário Piçarras, onde o animal foi encontrado.
Depois de cerca de um mês desaparecida, a gata Bela voltou para casa, em Navegantes. O reencontro aconteceu na segunda-feira (31), após o animal ser localizado em Balneário Piçarras e identificado por meio de um microchip.
Bela foi encontrada durante um atendimento realizado no município vizinho. Ao verificar que ela estava microchipada, a equipe consultou o cadastro do dispositivo e identificou o responsável, Kaio Araújo, morador de Navegantes. A partir daí, foi possível entrar em contato com a família e organizar o retorno.
A distância entre as duas cidades não impediu que Bela fosse reconhecida. O microchip, que contém um código único vinculado aos dados do responsável, permitiu confirmar a identidade do animal e chegar à família.
“Foi um momento muito feliz, eu considero a Bela uma filha, e reencontrá-la depois de tanto tempo foi uma sensação indescritível, fiquei muito aliviado e feliz de poder tê-la comigo novamente”, conta Kaio.
O caso envolveu o Departamento de Bem-Estar Animal (Daba), de Navegantes, e os serviços de proteção animal de Balneário Piçarras. Para o secretário de Proteção e Cuidado Animal de Navegantes, Fabiano Straube de Souza, a aproximação entre as equipes municipais é importante para agilizar o atendimento e ampliar as possibilidades de retorno dos animais às suas famílias.
“Quando os municípios trabalham em conjunto, quem ganha é a população e, principalmente, os animais. A proteção animal não termina nos limites de uma cidade. Ter uma boa relação com as equipes de outros municípios permite agilizar a identificação, o atendimento e o retorno dos animais às suas famílias”, ressalta.
No Daba, cães e gatos acolhidos e encaminhados para novos lares já saem castrados, vacinados e microchipados. A identificação permanente permite que o animal seja reconhecido mesmo que esteja longe de casa e sem coleira ou plaquinha.
O microchip é um pequeno dispositivo inserido sob a pele do animal. Ele não funciona como rastreador e não permite localizar o animal em tempo real. Sua função é armazenar um código que pode ser consultado por profissionais e serviços habilitados, permitindo o acesso aos dados cadastrados do responsável.
No caso de Bela, foi justamente essa identificação que ajudou a transformar um animal encontrado longe de casa em uma gata novamente reunida com sua família.
