Projeto monumental promete transformar o turismo, proteger a orla e impulsionar o desenvolvimento econômico de Navegantes.
Em um anúncio vibrante realizado nesta segunda-feira (11), o prefeito Ricardo Ventura (PP) confirmou o início daquela que é considerada a obra mais aguardada das últimas décadas: a ampliação da faixa de areia da Praia do Gravatá, em Navegantes.
Logística e Cronograma
A operação para este projeto de engenharia já está em curso. Confira os detalhes para se programar:
- Chegada de Equipamentos: As tubulações “gigantes” começam a chegar já nesta terça-feira (12).
- Montagem: As equipes trabalharão na estruturação do canteiro até o dia 10 de junho.
- Atenção ao Trânsito: Como as peças são de grande porte, a Rua Osvaldo José Reiser (Meia-Praia) será totalmente interditada entre a Avenida Beira-Mar e a Avenida Pref. José Juvenal Mafra.
🚀 Um Salto para o Futuro
O prefeito enfatizou que o impacto vai muito além da estética. Trata-se de um investimento estratégico em infraestrutura e bem-estar.
“Essa obra vai transformar o futuro de Navegantes. É mais desenvolvimento e qualidade de vida para nossa região!” ressaltou Ventura.
💎 O que Navegantes Ganha:
- Turismo de Elite: Capacidade para receber mais visitantes com conforto e segurança.
- Valorização Real: Impacto direto na economia local e no mercado imobiliário.
- Sustentabilidade: Proteção efetiva contra a erosão costeira.
Em breve, mais informações sobre o início das obras.
A Magnitude da Obra em Números
O projeto de engordamento da Praia do Gravatá abrange uma extensão de 2,3 quilômetros, compreendidos entre a Foz do Rio Gravatá e o Rio das Pedras. A intervenção prevê que a faixa de areia chegue inicialmente a 90 metros de largura, estabilizando em aproximadamente 70 metros após o período de acomodação natural dos sedimentos.
Para isso, será utilizada areia extraída de uma jazida submarina localizada a cerca de 12 a 14 km da costa, com características de cor e granulação idênticas à nativa. Somando-se ao alargamento, a ampliação do Molhe do Gravatá — que saltará de 70 para 128 metros — funcionará como uma barreira estratégica para reter o sedimento, garantindo a durabilidade da nova orla e protegendo a infraestrutura urbana contra o avanço do mar.
