Azul amplia operações em Navegantes e na capital na temporada

Entre 13 de dezembro de 2025 e 1º de fevereiro de 2026, a companhia programou 226 voos extras,

A Azul anunciou um reforço expressivo em sua malha aérea para Santa Catarina durante a alta temporada de verão 2025/2026. Entre 13 de dezembro de 2025 e 1º de fevereiro de 2026, a Azul programou 226 voos extras na temporada, para os aeroportos de Florianópolis e Navegantes, dois dos destinos mais procurados por turistas nesta época do ano.

O planejamento, que gerará mais de 28,9 mil assentos adicionais. privilegia ligações diretas para os hubs da Azul em Campinas (Viracopos) e Belo Horizonte (Confins), além de voos conectando Curitiba ao litoral catarinense. A estratégia busca atender à forte demanda por praias e atrações turísticas da região Sul.

Florianópolis e Navegantes no centro das operações

Na capital catarinense, o Aeroporto Hercílio Luz receberá 85 voos extras no período, correspondendo a mais de 11,3 mil assentos. Já o Aeroporto Ministro Victor Konder, de Navegantes, terá 142 operações adicionais, com oferta superior a 17,5 mil lugares.

De acordo com Beatriz Barbi, gerente sênior de Planejamento de Malha da Azul, o reforço para Santa Catarina reflete a importância do estado no turismo nacional. “Um dos focos estratégicos da nossa operação de alta temporada é o reforço para essas duas cidades que desempenham um papel fundamental no turismo de verão no Sul do Brasil. Florianópolis tem mais de 40 praias e é um dos destinos muito procurados nessa época do ano. Já Navegantes é a porta de entrada para o litoral norte catarinense e tem seus atrativos. Por isso, também fizemos um planejamento de voos dedicados a Azul Viagens”, destacou.

Expansão nacional na temporada

Os voos extras na temporada para Navegantes e Florianópolis faz parte de um plano mais amplo da Azul para o verão. Em todo o país, serão 3,6 mil voos extras e 520 mil lugares adicionais entre dezembro e fevereiro. A companhia também terá destaque em São Paulo: no Aeroporto de Congonhas, cerca de 45% da malha será direcionada a operações de lazer, marcando a primeira vez em que a base tradicionalmente corporativa será ajustada para atender a demanda de férias.

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